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domingo, 6 de fevereiro de 2011

ESPECIAL ALCIDES - PARTE FINAL

Fonte JC Online

DEPOIMENTOS





"Alcides era um menino extremamente responsável. Vai servir de exemplo para milhares de jovens. Ele era um ícone"



"Alcides era alegre, estava sempre de bem com a vida. Era dedicado e tratava a todos muito bem"



"Ele era a luz da minha vida. A saudade ainda machuca demais. Quando Alcides morreu, eu também morri com ele"



"Alcides sabia ser, ao mesmo tempo, divertido e responsável. Era também um excelente pesquisador. Ele vai fazer muita falta para a Biomedicina e para todos nós"

ESPECIAL ALCIDES - PARTE 6

Fonte JC Online

MEMORIAL



EM MEMÓRIA DO ALCIDES

Risadas, alegria, afeto, sorriso. Todos esses elementos vão ficar guardados na memória dos parentes, amigos e professores. Mas boa parte das peças que representam esses momentos estarão disponíveis para todos, no Memorial Alcides do Nascimento, na Biblioteca Central da Universidade Federal de Pernambuco.

O acervo é doação da mãe do estudante, Maria Luiza. São fotos, vídeos, medalhas, tudo que diz respeito a Alcides. As peças vão desde a infância, como uma imagem de Alcides com a irmã, Ana Paula; até as homenagens póstumas, como o diploma e medalha concedidos pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

A coordenadora do espaço, Adelaide Lima, explica que a ideia de criar o espaço surgiu na Pró-Reitoria de Extensão (Proext) da Universidade. Foi então que Maria Luiza teve o primeiro contato com Adelaide, que é também diretora da Biblioteca Central.

Desde então, Adelaide e Maria Luiza não se desgrudam mais. Foi nela que Maria Luiza confiou para guardar a memória de seu filho. Elas se vêem com freqüência, trocam confidências sobre a vida de Alcides. Adelaide retribui a atenção com um carinho inenarrável para homenagear aquele que, mesmo sem que ela houvesse imaginado, tem se tornado uma missão em sua vida.

No espaço, também vão ser exibidas reportagens e produções cinematográficas sobre o estudante. "É um material tão vasto que ainda nem conseguimos contabilizar", diz Adelaide. "Acho importante que o exemplo de Alcides permaneça para a sociedade", acrescenta.

Talvez ela não perceba, mas a verdade é que abraçou a causa de Alcides e Maria Luiza como poucas pessoas fizeram. Não se satisfaz com organização de acervo. Tenta colocar nos eixos também os sobressaltos de Maria Luiza nos instantes nos quais ela perde a alegria e a esperança.

A bibliotecária explica que o acervo vai ser aberto à população, independente de haver vínculo ou não com a UFPE. O espaço já está em obras, mas ainda não há data precisa quanto ao lançamento. Ainda esse ano, garante Adelaide. "O Memorial vai ficar pronto ainda na gestão de Amaro Lins", diz. O atual reitor fica no cargo até o fim de 2011.

O local também vai armazenar reportagens publicadas sobre Alcides, desde a sua aprovação no vestibular até as notícias publicadas após o falecimento.

ESPECIAL ALCIDES - PARTE 5

Fonte JC Online

SOCIEDADE



TIROS NA ESPERANÇA

A morte de Alcides foi injusta, brutal. Extremamente violenta. Mas não se pode dizer que tenha sido silenciosa. Trouxe consigo uma revolta com a falta de segurança no Recife e uma comoção popular rara de se encontrar nos dias atuais.

Jovem, pobre e negro. Alcides carregava as três características das pessoas mais suscetíveis à violência. Como ele, já morreram tantos outros. Vários Alcides escondidos na periferia do Recife e de várias cidades brasileiras. Pernambuco ainda é o segundo estado onde morrem mais negros, atrás apenas da Paraíba.

Alcides que sonham, brigam, lutam. Vencem, fracassam. E desafiam diariamente as estatísticas, numa corda bamba entre a vida e a morte. Um limite muito tênue, que se dissolve na lágrima de uma mãe ou no gatilho de um revólver. Foi assim com Alcides, será assim com vários outros.

A morte do estudante deixou, além da imagem brutal na mente da família, um sentimento contínuo de insegurança e insatisfação em boa parte da sociedade pernambucana.

Esta mesma sociedade aterrorizada não deixou de prestar homenagens àquele que se transformou em símbolo da resistência, da luta contra a desigualdade e a injustiça social. Alcides, além de estudar na UFPE, trabalhava no Hemope e sustentava quase sozinho a mãe e três irmãs. Era também um dos melhores alunos de Biomedicina, segundo o professor Paulo Miranda. E planejava começar o curso de medicina. Mais um sonho interrompido na vida do jovem.

O acusado pela morte de Alcides, João Guilherme Nunes Costa, está preso no Centro de Triagem (Cotel), em Abreu e Lima. O adolescente que também teria participado do crime está na Funase (Fundação de Atendimento). Eles já estão à disposição da Justiça. O juiz Ernesto Bezerra Cavalcanti, da 1ª vara do Tribunal do Júri do Recife, já ouviu todas as partes do processo. Ministério Público e defesa também já fizeram suas alegações finais. O juiz deve decidir, em breve, se o caso deve ir ou não a júri popular.



DOCUMENTÁRIO

Sobre esses sobreviventes, os jornalistas Erika Castaneda, Jaime Cavalcanti, Paula Sampaio e Pedro Escobar produziram o documentário "Os outros". Nele, são mostradas as histórias das catadoras de lixo Maria das Dores, que trabalhava na Mirueira, e Nice Bezerra, nora de Maria. A filha de Nice, Natália, 16 anos, sustenta um filho com dificuldade. O marido da adolescente vive de "bicos" e ela não trabalha. "Meu sonho é sair daqui", diz Nice. Luiz Francisco, carroceiro, diz que só pede um presente ao filho: que ele estude.

O cientista político José Maria Nóbrega traz relevante contribuição ao documentário, ao explicar o porquê da comoção social causada pela morte de Alcides. "Um jovem, mesmo estando no grupo entre 20 e 29 anos de idade, do sexo masculino, negro e de baixo nível de renda, se ele consegue ter um alto nível de escolaridade, ou seja, se ele consegue ultrapassar os doze anos de estudo, dificilmente ele é vitimado. Quando isso ocorre, há um impacto muito grande".

Outros personagens do documentário são os estudantes universitários Sandro Silva de Lima, Igor Gomes e Waneska Viana, todos egressos de escola pública. "Alcides conseguiu chegar [na Universidade], mas existem muitos Alcides que não conseguem. Isso tem que ser visto", comenta Waneska.

ESPECIAL ALCIDES - PARTE 4

Fonte JC Online

PROFESSORES




UM ALUNO, UM AMIGO


Nos três anos de curso de Alcides, vários professores passaram pelo seu caminho. Com alguns, o contato foi mais acadêmico, distante. Mas com professores como Maria Eduarda Larrazabal, Paulo Miranda e Armando Marsden, o aluno desenvolveu relações de proximidade e companheirismo.

Armando recepcionou Alcides logo após ele ter sido aprovado no vestibular. Também foi orientador da primeira bolsa de iniciação científica do estudante de Biomedicina. Guarda até hoje, no laboratório que coordena, no Centro de Ciências Biológicas (CCB), o pôster do trabalho realizado pelo estudante.

A outra pesquisa de Alcides, desenvolvida no Hemope, iria concorrer ao mestrado na UFPE e Unicamp, universidades nas quais ele tinha planos de ingressar no mestrado. Um outro estudante, Fernando Baltar de Oliveira, está dando continuidade ao projeto. Uma das maiores descobertas (o primeiro resultado das análises clínicas) de Alcides no trabalho sobre anemia foi feita no dia 5 de fevereiro, horas antes de ser baleado.



O professor Paulo Miranda era coordenador do curso na época em que Alcides ingressou. Também conheceu o rapaz antes que ele entrasse na UFPE, ao lado do reitor Amaro Lins. E daí surgiu uma amizade rara de se encontrar numa relação professor-aluno. Alcides sempre ia ao Encontro de Verão de Biomedicina, na casa de praia do professor, em São José da Coroa Grande, litoral sul de Pernambuco, junto com outros estudantes. O encontro é uma espécie de confraternização do curso e sempre acontece nas férias.

Paulo costumava emprestar livros para o estudante, já que este não tinha condições de comprá-los. "Ele era exemplar até nisso. Pegava meus livros emprestados e sempre devolvia no prazo. Nunca atrasou", diz.

O professor avalia como bom o relacionamento de Alcides com os colegas de curso. "Por conta do destaque na aprovação, ele já chegou como a "estrela" do CCB, mas nunca houve qualquer tipo de desentendimento quanto à atenção que ele recebia", ressalva. A única coisa que distanciava um pouco Alcides dos outros alunos era a opção pelo não envolvimento com a política estudantil.

Ele conta que estava tentando organizar, junto com a professora Maria Eduarda, um outro local para Alcides morar, fora da comunidade. "Não dava certo mais ele ficar ali. Atraía muita inveja de algumas pessoas do local", comenta. A maior frustração de Paulo é saber que não houve tempo hábil para essa mudança. A "inveja" chegou primeiro, em forma de tiros e violência.

ESPECIAL ALCIDES - PARTE 3

Fonte JC Online

O REITOR




MILHARES DE ALCIDES NA UFPE

"Existem milhares de Alcides na UFPE".É assim que o reitor Amaro Lins gosta de enfatizar a inserção dos estudantes egressos de escola pública na universidade. Nenhum deles, no entanto, deve ter tido o mesmo vínculo com o reitor.

Amaro Lins está à frente de uma universidade com mais de 28 mil alunos. Em oito anos de gestão, deve ter tido contato direto com poucos. E mantido vínculos com um número ainda mais reduzido. Um desses poucos estudantes foi Alcides do Nascimento Lins.



Amaro destaca a importância da trajetória do jovem, mas gosta sempre de reforçar que ele não é um caso isolado. Diz também que Alcides serve de exemplo para estudantes de todas as classes sociais. "Ele foi um exemplo para jovens de todas as situações econômicas. Hoje em dia, por conta de Alcides, muitas pessoas, de diferentes níveis sociais, me falam que resolveram voltar aos estudos ou até mesmo se dedicar às atividades que realizam", comenta.

Alcides não foi um aluno a mais na UFPE. Nem para a sociedade e nem para os professores. Menos ainda para o professor Amaro Lins, que o recebia com frequência no próprio gabinete. Um privilégio para poucos.

Amaro o conheceu logo após o estudante ter sido aprovado no vestibular. Por indicação dele, o garoto estampou, meses depois, o Manual do Candidato, organizado pela Covest para os vestibulandos da UFPE. O reitor acreditava que ao menos essa vaga no manual não deveria ser ocupada por modelos, como ocorre usualmente na publicação.

O reitor conta que no dia do listão da UFPE, em 2010, encontrou Maria Luiza emocionada, já que uma de suas filhas havia sido aprovada no vestibular. No entanto, Amaro se desencontrou de Alcides.

A mãe do garoto pediu o celular emprestado para ligar para o jovem, que iria buscá-la de bicicleta no Memorial de Medicina, Derby, local onde sempre é divulgado o resultado do vestibular da UFPE. Um ano após a morte, o número de Alcides continua na agenda telefônica de Amaro Lins.


COLEGAS

Na UFPE, não é só o reitor que vai sentir falta do jovem de sorriso contagiante. Os colegas de classe Guilherme Gomes, 25 e Mirelly Alves, 21, sabem bem disso. Mirelly trabalhou com Alcides no começo do curso, no laboratório de Micologia do Centro de Ciências Biológicas (CCB), no qual funciona o curso de Biomedicina. Ela conta que os alunos ficaram muito felizes ao saber que seriam colegas de Alcides. "Todo mundo sabia da vitória dele, por conta da situação econômica. No curso, ele sempre encontrou muito apoio", diz.

Guilherme foi um dos alunos mais próximos de Alcides. Como morava perto da UFPE, na Cidade Universitária, sempre convidava o jovem para almoçar na sua casa. "No começo, eu não sabia bem quem era ele. Lembrava da história, mas não da fisionomia. Com o tempo, fomos nos aproximando". Guilherme soube do falecimento de Alcides por meio da imprensa e de um colega de curso. Ele compareceu ao enterro e à missa de sétimo dia do estudante. Alcides concluiria o curso, junto com Mirelly, Guilherme e outros alunos no primeiro semestre deste ano. "E terminaria muito bem, tenho certeza. Ele era um rapaz extremamente esforçado", resume a jovem. Os alunos da turma de Alcides vão homenageá-lo no dia da colação de grau e no culto ecumênico, em agosto. A mãe do estudante assassinado, Maria Luiza, vai ser convidada para o culto.

ESPECIAL ALCIDES - PARTE 2

Fonte JC online

O HEMOPE



SEM TEMPO PARA ADEUS

Alcides continua sendo, mesmo depois de um ano, um assunto freqüente nos corredores do Hemope, local onde estagiou. "Ele foi o único aluno de escola pública a estagiar aqui na área de Biomedicina", diz Marcos André, orientador do estudante na pesquisa. Outro aluno do mesmo curso, Fernando Baltar de Oliveira, assumiu o trabalho, que foi premiado na Jornada de Iniciação Científica Joaquim Nabuco, promovida pela Facepe.

Fernando teve pouco contato com Alcides na UFPE. Não havia visto as reportagens feitas na época da aprovação e tampouco conhecia a realidade econômica do rapaz. "Eu nunca soube da situação dele. Descobri após sua morte".



Ele conta que, no dia em que foi baleado (4/2), Alcides havia escrito um e-mail para uma lista de alunos de Biomedicina, avisando sobre novas vagas de estágio no Hemope. Já à noite, esses alunos, inclusive Fernando, escreveram para o jovem para tirar algumas dúvidas sobre a oportunidade. Ele não respondeu. Só no dia seguinte os alunos entenderam o porquê da ausência. Alcides havia falecido no Hospital da Restauração.

Se Fernando não teve muito oportunidade de conviver com Alcides, não se pode dizer o mesmo de Rafael Ramos. Eles estagiavam no mesmo laboratório. Rafael foi o responsável por passar os principais comandos e instruções do Hemope ao novo estagiário. Com ele, dividiu "broncas", reclamações, festas e alegrias.

Na época em que trabalharam juntos, Rafael era estudante de Biomedicina no Instituto Maurício de Nassau. Hoje, o garoto de 23 anos terminou a graduação e foi aprovado no mestrado da UFPE, onde deve começar em março. Esse seria um dos possíveis caminhos de Alcides. "No início, ele não se interessava tanto pela carreira acadêmica, mas depois que passou a conviver com os pesquisadores aqui no Hemope, já planejava fazer mestrado e doutorado", diz o diretor do local, Aderson Araújo.

Um dos objetivos almejados era a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Foi lá que o orientador, Marcos André, cursou mestrado e doutorado. Marcos hoje é professor da UFPE, mas não chegou a dar aulas a Alcides. Foi aprovado no concurso em março de 2010, um mês após a morte do estudante.

Marcos foi também uma das últimas pessoas a ver Alcides. Ele conta que na sexta-feira (5/2), Alcides teve o primeiro resultado de sua pesquisa. As análises clínicas tinham dado certo, o que significava um ponto importante no desenvolvimento do trabalho. Ficaram no Hemope até às 20h. Alcides se despediu de Marcos e voltou de bicicleta para casa, como habitual. Iriam trabalhar juntos na manhã do sábado (6). Naquela manhã, Marcos André percebeu que aquele "adeus" tinha sido o último.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

ESPECIAL ALCIDES - PARTE 1

Fonte: JC Online

A MÃE

UMA MÃE EM BUSCA DE JUSTIÇA



Uma mãe em busca de justiçaAmanhã (5/2/2011), Dona Maria Luiza não vai esquecer do calendário. A data marca um aniversário importante em sua vida. Nada de bolo, velinhas, parabéns. É um aniversário de morte e dor. Há um ano, seu filho mais velho, Alcides do Nascimento Lins, estudante de Biomedicina residente na Vila de Santa Luzia, na Torre, foi brutalmente assassinado em sua própria casa. "Eu só sei que eu quero justiça. Meu filho não devia nada a ninguém. Sei que o tempo vai passar, mas também sei que a minha dor nunca vai se curar", desabafa.



Mais do que isso. A morte prematura de Alcides levou de Maria Luiza o seu Juca, apelido de infância, aquele que se responsabilizou desde cedo a assumir as despesas de casa e a tomar conta da mãe e das três irmãs mais novas. Com o passar do tempo, Juca transformou-se em Alcides, o Imperador. Era esse o apelido que passou a usar desde a adolescência.
E no último ano, aos poucos, Maria Luiza foi deixando de ser Lia, apelido pelo qual o estudante a chamava. Teve que aprender a lidar com o assédio da mídia, a proteção policial e a defesa dos estudantes de escola pública, que agora carrega como lema e bandeira. "Eu tenho que cumprir a missão de Alcides. Esse é o meu principal objetivo. Meu filho não vai voltar, então tudo que eu posso fazer é lutar por jovens como ele", comenta.

Com a imprensa, Maria Luiza até que estava acostumada. Alcides foi personagem de uma reportagem do Programa Fantástico, da Rede Globo, ao ser aprovado no vestibular. Difícil mesmo foi aprender a lidar com a falta e a saudade daquele que foi embora sem a chance de um simples adeus.

Ela mesma diz que nunca vai esquecer aquele dia 5. A imagem do filho agonizando em seus braços após levar os tiros virou uma companheira cruel e desleal. Maria Luiza alterna momentos de calma e serenidade com desespero e nervosismo. No dia do enterro do estudante, queria se jogar junto com o caixão, ainda abalada pela tragédia. Hoje, encontra forças para continuar e seguir a luta do filho.

Ela sobrevive e sustenta as três filhas com as bolsas de estágio que elas recebem além do auxílio financeiro que uma delas recebe da Universidade, por ser aluna carente, no valor de R$ 314,00. Maria Luiza tem o reitor Amaro Lins na mais alta conta. Diz que deve a ele o apoio financeiro e emocional que recebeu no momento em que mais precisava. Ela costuma guardar boas e más lembranças de quem passa em seu caminho.

Se o reitor é adorado por ela, o governador Eduardo Campos não teve a mesma sorte. Ela ainda não o "perdoou" pelo incidente da Escola Técnica em Camaragibe, em homenagem ao estudante. Maria Luiza não foi chamada ao palco. Depois disso, a mãe de Alcides foi até o Palácio do Campo das Princesas. Queria "tomar satisfações com o governador". Não o encontrou.

UM ANO DA MORTE DE ALCIDES - UM EXEMPLO, UM LEGADO



Hoje Infelizmente faz um ano da morte do Jovem Alcides, uma morte precoce que comoveu todo o país, e mais uma vez mostrou a fragilidade da nossa segurança.
Aqui no blog irei repassar na integra reportagem especial realizada pelo o JC contando a história do jovem, sua trajetória, depoimentos~e muita mais.