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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

DERROTADOS DA ELEIÇÃO - PARTE FINAL

O fracasso do 'ecumenismo'

Essa turma toda que saiu derrotada da eleição pode buscar algum refúgio espiritual em Silas Malafaia, o pastor que usou seu programa de TV para, ilegalmente, conclamar seus fiéis a votarem em Serra.

Ou pedir a benção do bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, que mandou imprimir 2 milhões de cópias do panfleto anti-Dilma “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”. Aquilo, sim, foi apelação!

Na calada da Band, Malafaia bradou argumentos homofóbicos contra Dilma. E julgou Serra "mais preparado". Foi apressado demais e, no dia seguinte, o tucano deu seu apoio à união civil entre homossexuais. Vergonha alheia.

Malafaia apoiou Marina Silva até onde deu. Os dois são integrantes do mesmo grupo evangélico. Só que, passado um tempo, foi seduzido por sua santidade, o Serra. E aí caiu em tentação de vez: se uniu com orgulho aos padres e cardeais católicos contra Dilma. Foi para a campanha de Serra de corpo e alma.




Quando surgiram as boatarias criminosas na internet contra Dilma, Malafaia fez cara de santo. Uma delas espalhava que a candidata do PT havia dito que nem Deus tiraria sua vitória. Depois, a imprensa denunciou uma central para comprar pastores no centro de São Paulo. O pastor entrega os votos do seu rebanho e, em troca, leva um trocado. Malafaia mais uma vez posou de santo. Imaculado Malafaia.

O bispo católico Bergonzini também jogou pesado. A Polícia Federal apreendeu mais de 1 milhão de panfletos ilegais em uma gráfica de tucanos. Era uma encomenda da Diocese de Guarulhos. Crime eleitoral. Isso é exemplo que se dê ao rebanho?

A História está cheia de exemplos macabros de onde isso vai parar. Não por acaso, enquanto Malafaia e Bergonzini excomungavam Dilma, dos olhos deles saiam labaredas de ódio. Lembravam fogueiras.

O fato é que esse discurso da intolerância foi derrotado nas urnas. O país amadureceu, e a liberdade de culto saiu fortalecida. Os falsos profetas se deram mal.

DO BLOG O PROVOCADOR R7.COM

DERROTADOS DA ELEIÇÃO - PARTE 3

Otávio Frias Filho e sua Folha se esforçaram de forma comovente. Trabalho árduo ser uma usina de denúncias inúteis.

Nos 30 dias que antecederam o primeiro turno, em 23 deles a Folha estampou em sua primeira página manchetes garrafais sobre escândalos envolvendo a candidata Dilma. Uma verdadeira obsessão patológica.

Ela foi acusada até de ter causado prejuízo de R$ 1 BILHÃO a consumidores de luz. Factoide patético. Em nenhum único dia apareceu algo negativo sobre José Serra. Nem unzinho sequer.

Até a ombudsman do jornal acusou a Folha de ser parcial na cobertura da campanha.



(clique na imagem para ampliar)

Tivesse Dilma Rousseff ligado para um ministro do Supremo Tribunal Federal para solicitar favores, assim como fez José Serra, seria o fim do estado democrático de direito. Mas, para a Folha, não passou de marolinha tucana.

Amaury Ribeiro Jr., repórter que serviu ao O Estado de Minas investigando Serra, pode espernear e uivar em protesto, mas será um espião petista até o fim dos dias. A verdade que vá às favas.

Quando viram a casa caindo, avisados pelas pesquisas que a eleição já estava decidida, a redação da Folha correu e noticiou a fraude na concorrência do Metrô em São Paulo. Afinal, para alguma coisa o DataFolha tem de servir (além de aos próprios interesses).

Não é fácil posar de apartidário, independente e ruralista. Ou algo parecido. Principalmente quando não se é. O fracasso lhes subiu à cabeça.


DO BLOG O PROVOCADOR DO R7.COM

DERROTADOS DA ELEIÇÃO - PARTE 2

Veja não forma mais opinião


Das 42 capas da revista em 2010, até as vésperas do segundo turno, dezoito continham ataques a Lula, Dilma e o PT. Quase metade da existência da Veja é dedicada a montar palanque contra o governo federal e espalhar pânico e ódio.

Ainda reclamam que não há liberdade de imprensa neste país. Terrorismo jornalístico: é isso que faz a semanal da família Civita. A edição de 10 de julho ilustra perfeitamente essa demonização:




É uma publicação que poderia ter a honestidade de se assumir como oráculo do que há de mais reacionário e perverso na direita deste país.

Mas tem essa mania feia de se travestir de revista de informação. Só se for distorcida, tendenciosa. Não fazem reportagens; fazem editoriais. Por isso é que não forma mais opinião; causa tédio. E desprezo.

E há os soldados da Editora Abril. Ou capangas, a ver. Os rancorosos Diogo Mainardi, Lauro Jardim, Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes. Escribas a soldo que insinuam termos um presidente alcoólatra, menos interessante que um “vaso sanitário”.

E que chamam distribuição de renda de Esmola-Família. Logo eles, que devem fechar o vidro do carro quando veem um pobre.

Bem feito. Foram derrotados por essa gentinha que não assina Veja.

DERROTADOS DA ELEIÇÃO - PARTE 1

Globo: o altar do sacrifício perdeu

As Organizações Globo agiram como um partido de oposição durante as eleições que levaram Dilma Rousseff à presidência da República.

Preferiam continuar aliados ao candidato das elites, como sempre estiveram durante a ditadura militar e os governos Collor, Itamar e FHC. Mas perdeu, playboy.

O jornal O Globo virou um panfleto diário. Sem nenhum pudor, estampou um ódio incontido ao governo Lula e à sua candidata. Mas foi na bancada do Jornal Nacional que se ergueu o altar do sacrifício petista.

O padrão Globo de qualidade é fácil de entender. Consiste em tratar escândalos conforme a coloração partidária e os interesses da firma.

O caso Erenice Guerra mereceu do JN 35 sangrentos minutos de reportagem só na primeira semana de repercussão. Já a denúncia envolvendo o aloprado tucano Paulo Preto teve uma única reportagem, quase nada.

Em sua entrevista de dez minutos ao vivo no JN, Dilma Rousseff ficou infinitos 4 minutos e 40 segundos respondendo sobre aborto. Mais 3 minutos e 25 segundos falando sobre a onipresente Erenice.

Ao final, teve tempo para responder a mais uma perguntinha. José Serra pode discorrer levemente sobre nove questões. Isso, sim, é tratamento diferenciado.

Com a vitória de Dilma, vai ser constrangedor o olhar de William Bonner e Fátima Bernardes. Cúmplices que são, nem vão tocar no assunto de como espremeram e destrataram a presidente eleita.

E tanta gentileza e profissionalismo com o candidato da família Marinho. Em vão.

São pagos pra isso, têm filhos para sustentar. Ok. Podem levar essa derrota pra casa. E convidar Arnaldo Jabor e Merval Pereira para jantar. Haja estômago. Mas amigos são fundamentais na hora da derrota.

Daqui a pouco, às 16 horas, volto com o raio-x dos outros derrotados da eleição.

Temos muito a passar a limpo.


DO BLOG O PROVOCADOR DO R7.COM

OS DERROTADOS DA ELEIÇÃO





A guerra acabou. Dilma Rousseff é presidente do Brasil. Para chegar até aqui, teve que enfrentar uma das batalhas mais violentas da história da República. E venceu.

Derrotou não só seu adversário, José Serra, mas também um exército implacável, cruel e muito poderoso: os principais grupos de comunicação do país. Estes são os grandes derrotados nesse dia de glória para a democracia.

Os milhões de votos recebidos pela candidata petista são a prova gigantesca de que os brasileiros nunca mais se deixarão ser manipulados. Nem permitirão ser tratados como gente ignorante. O povo, definitivamente, não é bobo.

Durante meses, houve um bombardeio incessante de manchetes, chamadas, apelos, boatos e factoides. Um massacre impiedoso, orquestrado. Em fiapos de verdade, urdiram uma rede de mentiras e preconceitos.

Não bastou ser atacada durante o horário eleitoral gratuito. Isso faz parte do jogo. Infame foi ser fustigada diariamente pela propaganda política voluntária dos barões da mídia.

Dilma Rousseff e milhões de brasileiros enfrentaram o maior jornal do país, a Folha de S.Paulo. E a maior emissora de TV, a Globo. A revista de maior tiragem, a Veja. Nessa tropa de choque incansável também perfilam os jornais O Estado de S.Paulo e O Globo. Turma da pesada.

Nos próximos dias, sempre às 10h e às 16h, vamos usar este espaço para detalhar a forma como esses derrotados agiram do alto de seus palanques. Como pisotearam a liberdade de imprensa.

Cada um com seus soldados. Ou capangas. Tanto poder para quê? Tanta arrogância, fulminada pela força das urnas. Os que escrevem e entrevistam e ditam editoriais ficaram mudos. Quem manda, senhores do universo, é quem lê, quem ouve, quem vê. Os vitoriosos. Deste Brasil.

DO BLOG O PROVOCADOR DO R7.COM

DERROTADOS DA ELEIÇÃO

Prezados, reproduzo a partir de agora uma série de quatro postagens que cita abertamente os verdadeiros perdedores destas eleições ná ótica do jornalista Marco Antônio Araújo publicados no blog O Provocador do R7.com.
Se eu concordo ou não com ele é outra história, mas que é interessante é, e por isso decidi postar, leiam com atenção e tirem a conclusão de vocês.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

PRONUCIAMENTO DE DILMA APÓS A VITÓRIA

Minhas amigas e meus amigos de todo o Brasil,

É imensa a minha alegria de estar aqui.

Recebi hoje de milhões de brasileiras e brasileiros a missão mais importante de minha vida.

Este fato, para além de minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do nosso país: pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Já registro portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade.

A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um principio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode!

Minha alegria é ainda maior pelo fato de que a presença de uma mulher na presidência da República se dá pelo caminho sagrado do voto, da decisão democrática do eleitor, do exercício mais elevado da cidadania. Por isso, registro aqui outro compromisso com meu país:

Valorizar a democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais da alimentação, do emprego e da renda, da moradia digna e da paz social.

Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa.

Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto.

Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição.

Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República.

Nesta longa jornada que me trouxe aqui pude falar e visitar todas as nossas regiões.

O que mais me deu esperanças foi a capacidade imensa do nosso povo, de agarrar uma oportunidade, por mais singela que seja, e com ela construir um mundo melhor para sua família.

É simplesmente incrível a capacidade de criar e empreender do nosso povo. Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras.

Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem.

Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte.

A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida.

O Brasil é uma terra generosa e sempre devolverá em dobro cada semente que for plantada com mão amorosa e olhar para o futuro.

Minha convicção de assumir a meta de erradicar a miséria vem, não de uma certeza teórica, mas da experiência viva do nosso governo, no qual uma imensa mobilidade social se realizou, tornando hoje possível um sonho que sempre pareceu impossível.

Reconheço que teremos um duro trabalho para qualificar o nosso desenvolvimento econômico. Essa nova era de prosperidade criada pela genialidade do presidente Lula e pela força do povo e de nossos empreendedores encontra seu momento de maior potencial numa época em que a economia das grandes nações se encontra abalada.

No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento. Por isso, se tornam ainda mais importantes nossas próprias políticas, nosso próprio mercado, nossa própria poupança e nossas próprias decisões econômicas.

Longe de dizer, com isso, que pretendamos fechar o país ao mundo. Muito ao contrário, continuaremos propugnando pela ampla abertura das relações comerciais e pelo fim do protecionismo dos países ricos, que impede as nações pobres de realizar plenamente suas vocações.

Mas é preciso reconhecer que teremos grandes responsabilidades num mundo que enfrenta ainda os efeitos de uma crise financeira de grandes proporções e que se socorre de mecanismos nem sempre adequados, nem sempre equilibrados, para a retomada do crescimento.

É preciso, no plano multilateral, estabelecer regras mais claras e mais cuidadosas para a retomada dos mercados de financiamento, limitando a alavancagem e a especulação desmedida, que aumentam a volatilidade dos capitais e das moedas. Atuaremos firmemente nos fóruns internacionais com este objetivo.

Cuidaremos de nossa economia com toda responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios. O povo brasileiro não aceita que governos gastem acima do que seja sustentável.

Por isso, faremos todos os esforços pela melhoria da qualidade do gasto público, pela simplificação e atenuação da tributação e pela qualificação dos serviços públicos.

Mas recusamos as visões de ajustes que recaem sobre os programas sociais, os serviços essenciais à população e os necessários investimentos.

Sim, buscaremos o desenvolvimento de longo prazo, a taxas elevadas, social e ambientalmente sustentáveis. Para isso zelaremos pela poupança pública.

Zelaremos pela meritocracia no funcionalismo e pela excelência do serviço público.

Zelarei pelo aperfeiçoamento de todos os mecanismos que liberem a capacidade empreendedora de nosso empresariado e de nosso povo.

Valorizarei o Micro Empreendedor Individual, para formalizar milhões de negócios individuais ou familiares, ampliarei os limites do Supersimples e construirei modernos mecanismos de aperfeiçoamento econômico, como fez nosso governo na construção civil, no setor elétrico, na lei de recuperação de empresas, entre outros.

As agências reguladoras terão todo respaldo para atuar com determinação e autonomia, voltadas para a promoção da inovação, da saudável concorrência e da efetividade dos setores regulados.

Apresentaremos sempre com clareza nossos planos de ação governamental. Levaremos ao debate público as grandes questões nacionais. Trataremos sempre com transparência nossas metas, nossos resultados, nossas dificuldades.

Mas acima de tudo quero reafirmar nosso compromisso com a estabilidade da economia e das regras econômicas, dos contratos firmados e das conquistas estabelecidas.

Trataremos os recursos provenientes de nossas riquezas sempre com pensamento de longo prazo. Por isso trabalharei no Congresso pela aprovação do Fundo Social do Pré-Sal. Por meio dele queremos realizar muitos de nossos objetivos sociais.

Recusaremos o gasto efêmero que deixa para as futuras gerações apenas as dívidas e a desesperança.

O Fundo Social é mecanismo de poupança de longo prazo, para apoiar as atuais e futuras gerações. Ele é o mais importante fruto do novo modelo que propusemos para a exploração do pré-sal, que reserva à Nação e ao povo a parcela mais importante dessas riquezas.

Definitivamente, não alienaremos nossas riquezas para deixar ao povo só migalhas.

Me comprometi nesta campanha com a qualificação da Educação e dos Serviços de Saúde.
Me comprometi também com a melhoria da segurança pública.

Com o combate às drogas que infelicitam nossas famílias.

Reafirmo aqui estes compromissos. Nomearei ministros e equipes de primeira qualidade para realizar esses objetivos.

Mas acompanharei pessoalmente estas áreas capitais para o desenvolvimento de nosso povo.

A visão moderna do desenvolvimento econômico é aquela que valoriza o trabalhador e sua família, o cidadão e sua comunidade, oferecendo acesso a educação e saúde de qualidade.

É aquela que convive com o meio ambiente sem agredi-lo e sem criar passivos maiores que as conquistas do próprio desenvolvimento.

Não pretendo me estender aqui, neste primeiro pronunciamento ao país, mas quero registrar que todos os compromissos que assumi, perseguirei de forma dedicada e carinhosa.

Disse na campanha que os mais necessitados, as crianças, os jovens, as pessoas com deficiência, o trabalhador desempregado, o idoso teriam toda minha atenção. Reafirmo aqui este compromisso.

Fui eleita com uma coligação de dez partidos e com apoio de lideranças de vários outros partidos. Vou com eles construir um governo onde a capacidade profissional, a liderança e a disposição de servir ao país será o critério fundamental.

Vou valorizar os quadros profissionais da administração pública, independente de filiação partidária.

Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada. Estendo minha mão a eles. De minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrio.

A partir de minha posse serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política.

Nosso país precisa ainda melhorar a conduta e a qualidade da política. Quero empenhar-me, junto com todos os partidos, numa reforma política que eleve os valores republicanos, avançando em nossa jovem democracia.

Ao mesmo tempo, afirmo com clareza que valorizarei a transparência na administração pública. Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito. Serei rígida na defesa do interesse público em todos os níveis de meu governo. Os órgãos de controle e de fiscalização trabalharão com meu respaldo, sem jamais perseguir adversários ou proteger amigos.

Deixei para o final os meus agradecimentos, pois quero destacá-los. Primeiro, ao povo que me dedicou seu apoio. Serei eternamente grata pela oportunidade única de servir ao meu país no seu mais alto posto. Prometo devolver em dobro todo o carinho recebido, em todos os lugares que passei.

Mas agradeço respeitosamente também aqueles que votaram no primeiro e no segundo turno em outros candidatos ou candidatas. Eles também fizeram valer a festa da democracia.

Agradeço as lideranças partidárias que me apoiaram e comandaram esta jornada, meus assessores, minhas equipes de trabalho e todos os que dedicaram meses inteiros a esse árduo trabalho.

Agradeço a imprensa brasileira e estrangeira que aqui atua e cada um de seus profissionais pela cobertura do processo eleitoral.

Não nego a vocês que, por vezes, algumas das coisas difundidas me deixaram triste. Mas quem, como eu, lutou pela democracia e pelo direito de livre opinião arriscando a vida; quem, como eu e tantos outros que não estão mais entre nós, dedicamos toda nossa juventude ao direito de expressão, nós somos naturalmente amantes da liberdade. Por isso, não carregarei nenhum ressentimento.

Disse e repito que prefiro o barulho da imprensa livre ao silencio das ditaduras. As criticas do jornalismo livre ajudam ao pais e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório.

Agradeço muito especialmente ao presidente Lula. Ter a honra de seu apoio, ter o privilégio de sua convivência, ter aprendido com sua imensa sabedoria, são coisas que se guarda para a vida toda. Conviver durante todos estes anos com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu pais e por sua gente. A alegria que sinto pela minha vitória se mistura com a emoção da sua despedida.

Sei que um líder como Lula nunca estará longe de seu povo e de cada um de nós.

Baterei muito a sua porta e, tenho certeza, que a encontrarei sempre aberta.

Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade. A tarefa de sucedê-lo é difícil e desafiadora. Mas saberei honrar seu legado.

Saberei consolidar e avançar sua obra.

Aprendi com ele que quando se governa pensando no interesse público e nos mais necessitados uma imensa força brota do nosso povo.

Uma força que leva o país para frente e ajuda a vencer os maiores desafios.

Passada a eleição agora é hora de trabalho. Passado o debate de projetos agora é hora de união.

União pela educação, união pelo desenvolvimento, união pelo país. Junto comigo foram eleitos novos governadores, deputados, senadores. Ao parabenizá-los, convido a todos, independente de cor partidária, para uma ação determinada pelo futuro de nosso país.

Sempre com a convicção de que a Nação Brasileira será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ela.

Muito obrigada,

domingo, 17 de outubro de 2010

PV OFICIALMENTE FICARÁ NEUTRO

Por Daiene Cardoso, da Agência Estado, estadao.com.br, Atualizado: 17/10/2010 14:27

Marina anuncia posição de independência no 2º turno

Em sintonia com os dirigentes do PV, a ex-candidata Marina Silva anunciou hoje a sua posição de independência no segundo turno em convenção com militantes e não militantes do partido em São Paulo. A posição contribui com o equilíbrio do processo eleitoral, segundo ela.

'No meu entendimento, expressa o que deve ser a nossa posição no segundo turno', disse.

Em rápida votação, os mais de 160 membros com direito a voto do partido votaram em sua maioria pela independência.

Em seu discurso, Marina criticou o velho pragmatismo que dominou a disputa política entre PT e PSDB. A senadora leu uma carta, que será encaminhada aos candidatos José Serra e Dilma Rousseff, em que chama os dois partidos de fiadores 'do conservadorismo'. 'A escolha se estende agora à atitude de vocês', disse Marina.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Dilma está na encruzilhada; a popularidade de Lula já foi transferida, e agora o embate será de biografias

FONTE: JC ONLINE

Tigre de Papel

Por Marco Antônio Villa


O PT NÃO gosta de ser atacado.

Na verdade, hostiliza quem o ataca. Tem enorme dificuldade de conviver com a crítica. Imagina ser o proprietário de um pensamento único, algo como o velho centralismo democrático leninista. Quem for contrário deve se calar. Seus dirigentes acabaram se acostumando com uma oposição pouco atuante. Que passou os últimos oito anos quase que em silêncio, temendo o debate, acreditando piamente nos índices de popularidade do presidente.

No início da campanha eleitoral o quadro se manteve inalterado. Lula foi desferindo na oposição golpes e mais golpes. Não encontrou respostas à altura. Dedicando-se plenamente à campanha -que é o que efetivamente gosta- fez política 24 horas por dia. Transformou o Palácio da Alvorada no comitê central da candidatura Dilma. Não temeu alguma reprimenda do TSE, pois sabe com quem está lidando. Abandonou a rotina administrativa e concentrou-se na campanha. Desferiu ataques aos adversários como se fosse um líder partidário e não um chefe de Estado.

A oposição assistiu a tudo sem saber bem o que fazer. Temia enfrentar o rolo compressor do PT.

Quando, finalmente, resolveu partir para o embate, viu que o adversário era um tigre de papel. O eleitorado estava aguardando alguma reação. E o resultado de 3 de outubro não deixou dúvida: a maioria estava com a oposição, claro que em um universo dos mais diferentes matizes.

A derrota do primeiro turno transtornou os dirigentes do oficialismo. Consideravam a eleição ganha. Tinham até preparado a festa da vitória. Imputaram a culpa à oposição, que tinha denunciado escândalos, e mostrado as vacilações e contradições da candidata oficial. Era o mínimo que a oposição poderia fazer, mas para o PT foi considerado algo intolerável.

Agora chegamos à etapa final da campanha. Dilma jogou fora o figurino utilizado nos últimos meses. No debate da Band assumiu uma postura agressiva e que deve manter até o dia 31. A empáfia foi substituída pelas ameaças. O arsenal foi acrescido de armas já usadas em 2006, como a privatização. Sinal de desespero, pois o cenário é distinto e os personagens também. E deve fracassar.

Dilma está numa encruzilhada. A popularidade de Lula já foi transferida. Seus principais aliados regionais foram eleitos e dificilmente farão sua campanha com o mesmo empenho do primeiro turno. O PMDB não assimilou as derrotas do Rio Grande do Sul, da Bahia e, principalmente, de Minas Gerais. E, numa eleição solteira, o embate será de biografias.

MARCO ANTONIO VILLA é professor do Departamento de Ciências Sociais da UFSCar

sábado, 2 de outubro de 2010

Veja o que pode e o que não pode na véspera e no dia da eleição

'Lei seca' vale apenas em alguns estados; SP e RJ não terão a regra.

Fábio Tito
Do G1, em Brasília

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A um dia das eleições, o G1 listou o que é permitido e o que não é permitido a eleitores, servidores da Justiça Eleitoral, candidatos e partidos neste sábado e domingo. Veja abaixo o que é vetado e o que é permitido nestes dois dias, segundo a legislação eleitoral.

Alto-falantes e amplificadores
Este sábado (2) é o último dia para a propaganda eleitoral por alto-falantes ou amplificadores de som, distribuição de material gráfico e a promoção de caminhadas, carreatas, passeatas ou carros de som que transitem divulgando jingles ou mensagens de candidatos. Essas atividades são permitidas até as 22h.

As propagandas veiculadas em impressos foram permitidas até esta sexta-feira (1º).

Propaganda
Nas seções eleitorais e juntas apuradoras, os servidores da Justiça Eleitoral, mesários e escrutinadores são proibidos de usar vestuário ou objeto que contenha qualquer propaganda de partido político, de coligação ou de candidato.

Os fiscais partidários nos locais de votação também não podem usar vestuário padronizado. Eles têm o direito de usar apenas crachás com o nome e a sigla do partido político ou coligação.

Não é permitida qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos no, domingo, dia 3 de outubro.

Manifestações
Até o término da votação no domingo (17h), os eleitores não podem fazer aglomeração de pessoas usando vestuário padronizado, nem bandeiras, broches, dísticos (espécie de letreiros) e adesivos que caracterizem manifestação coletiva, com ou sem utilização de veículos.


No dia das eleições é permitida somente a manifestação "individual e silenciosa" do eleitor por partido político, coligação ou candidato, revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dísticos e adesivos. Os santinhos (folhetos com nome e número do candidato) não podem ser distribuídos.

O uso de camisetas com informações de candidatos é um ponto polêmico, segundo a assessoria do TSE. Segundo a lei, ele não é caracterizado como manifestação individual, e não é permitido ao candidato distribuir camisetas e outros brindes à população. Em tese, é possível que o eleitor tenha de explicar à Justiça Eleitoral que produziu a camisa por seus próprios meios.

"Lei seca"
Segundo o TSE, a competência para proibir a venda de bebidas alcoólicas na data da votação é da Secretaria de Segurança Pública de cada estado, município, ou do Distrito Federal. É preciso verificar se em sua cidade a chamada "lei seca" vai ou não valer.

Nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná a venda será permitida. Já no DF e no Ceará, por exemplo, a lei vale. O horário também é definido na portaria válida em cada local, mas normalmente a proibição começa durante a noite da véspera ou na madrugada do dia das eleições e vai até a noite do dia da votação.

Mesmo que não haja a prática em um estado, a polícia pode prender pessoas que forem flagradas dirigindo alcoolizadas, perturbando a ordem ou apresentando estado de embriaguês, de modo que cause escândalo ou coloque em perigo a segurança própria ou alheia.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Datafolha não descarta a hipótese de 2º turno entre Dilma e José Serra

Fonte: blog do Inaldo Sampaio

Fogo Cruzado


1) Para não ser “furado” pelos concorrentes, o instituto Datafolha realizou ontem e divulgou hoje sua mais nova pesquisa eleitoral para presidente da República. A divulgação estava inicialmente prevista para esta quarta-feira.

2) Pelos números, que estão publicados na edição de hoje do jornal “Folha de São Paulo”, Dilma Rousseff já não tem mais tanta certeza de que vencerá a eleição no primeiro turno.

3) A diferença dela para a soma dos seus adversários que era de 14 pontos percentuais há 15 dias, caiu agora para apenas dois.

4) Considerando-se apenas os votos válidos, a candidata do PT tem 51%, José Serra 32% e Marina Silva 16%.

5) Como a margem de erro da pesquisa é 2%, para mais ou para menos, significa que Dilma Rousseff pode ter entre 49% e 53%.

6) Numa simulação de segundo turno com José Serra, ela teria 52% e o candidato do PSDB 39%. Mas essa diferença há cinco dias era maior. Dilma tinha 55% e Serra 38%.

7) Dilma perdeu votos em todas as regiões do país e em todas as faixas de idade, de renda e de grau de instrução.

8) Essa queda é atribuída pelo Datafolha ao “massacre” de que ela foi vítima nos últimos 15 dias após a divulgação pela revista “Veja” de um esquema de propina dentro da Casa Civil da presidência da República envolvendo um filho da ex-ministra Erenice Guerra.

9) Pelo fato de o segundo turno estar à vista, dado que a candidata do PT está em tendência de queda em todo o país, o debate desta quarta-feira entre os candidatos, na TV Globo, crescerá de importância. Ele pode ser decisivo para definir a eleição.

É isso aí

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

CECÍLIO FEZ A TRADICIONAL CAMINHADA NA FEIRA LIVRE

DO BLOG O PAREDÃO DO POVO.

Na manhã de hoje o grupo de Cintra Galvão que é liderado por seu filho Cecílio Galvão candidato a deputado estadual fez a tradicional caminhada a feira livre junto com a sua militância e simpatizantes quem esteve também na caminha foi seu federal Zé Augusto Maia, sem a presença do governador Eduardo Campos e seus Senadores Cecílio entrou no açougue mercado de farinha e para finaliza subiu em uma caminhão para fazer seu belo discurso onde a organização do comício na feira deixou a deseja faltou uma escada para os candidatos subirem no caminhão ( pense numa assessoria aprumada ) quem esteve a caminhada foi o ex-prefeito de Belo Jardim Fábio Galvão pai de Bruno Galvão que apóia Tereza Leitão e Pedro Eugênio ambos do PT, o Dr. Silvano vice prefeito da Gestão de Cecílio compareceu a caminhada fazia um bom tempo que não aparecia em ato público como esse, o prefeito da cidade de Sanharó César estava também Cintra Galvão foi em seu carro por motivos de saúde e em seu discurso cobrou a presença do governador que não atendeu o seu chamado.

Meus amigos o que eu vi foi um público pequeno aonde a dois anos atrás ( 2008 ) Cintra Galvão colocou o triplo de gente que tinha hoje, o que está acontecendo? O povo não está querendo sair mais? Será medo? Vergonha? Ou o povo de Cintra Galvão que mostrar sua cara no dia a eleição? Que rufem os tambores dia 3 de Outubro está chegando.

CONHEÇA OS CANDIDATOS QUE SÃO CONTRA E FAVOR DO ABORTO, OU SEJA DA VIDA

Do JC Online


Voto e religião
Entidades distribuem panfleto com lista de candidatos que defendem a descriminalização do aborto


Quinze entidades que defendem a vida lançaram neste domingo, durante a caminhada “Sim à Vida”, realizada em Boa Viagem, a campanha “A vida depende do seu voto”.

De acordo com o representante de uma dessas entidades, Márcio Borba, do Movimento Javé Nossa Justiça, o objetivo é mostrar aos eleitores quem são os candidatos que defendem a vida e são contra o aborto e a liberdade religiosa, e os que defendem a descriminalização do aborto e o cerceamento da liberdade de opinião, expressão, culto e religião.

Foram produzidos 10 mil panfletos com uma lista de 14 candidatos que seriam contra a Lei Nº 1135/1991 – que está arquivada e descriminaliza o aborto até o nono mês -, e outra com 8 nomes que, segundo as entidades, defendem a descriminalização do aborto.

“Os cristãos despertaram para a necessidade de se posicionarem contra e de combaterem a ‘cristofobia’ no meio político, que é o medo que os políticos têm de representar e defender as causas cristãs”, declarou Márcio Borba.

O panfleto distribuído durante o evento traz os nomes e as fotografias dos candidatos à presidência José Serra e Marina Silva; a senador, Marco Maciel; à deputado federal, Gonzaga Patriota, Ana Arraes, André Campos, André de Paula, Eduardo da Fonte e Josenildo Sinésio; e à deputado estadual André Campos, Maviael Cavalcanti, Georgton Acioly, Cleiton Collins e Terezinha Nunes – que são contra a descriminalização do aborto.

A outra lista cita os candidatos à presidência, Dilma Rousseff; à senador, Humberto Costa e Raul Jungmann; a deputado federal, Maurício Rands e Isaltino Nascimento e a deputado estadual, Jayme Asfora Filho, Teresa Leitão, Daniel Coelho – que seriam a favor do referido projeto (Nº 1135/1991).

O candidato a deputado federal Mendonça Filho não foi citado no panfleto, mas participou do evento e posicionou-se contrário à lei. “Sou absolutamente a favor da vida e contra a descriminalização do aborto”, disse.

O panfleto é assinado pelas entidades Jamais Abortar, Círculo Católico de Pernambuco, Celebre a Vida, Associação Deixa-me Viver, Movimento Pró-Criança, Associação dos Juristas Católicos de Pernambuco, Instituto de Pesquisa Filosófica Santo Tomás de Aquino, Lions Clube Jaboatão/Candeias, Lions Galileu Galilei, Instituto de Estudos e Ações em Favor da Vida, Igreja do Nazareno do Brasil, Comunidade Manaim, Comunidade Reino de Cristo, Cidadania Pela Vida e Javé Nossa Justiça.

“A partir de agora, os cristãos estarão se posicionando em questões como essas. A maioria do povo brasileiro é cristão e irá se posicionar. A Marcha para Jesus e a Caminhada Sim à Vida, realizadas ontem (25) e hoje (26), que reuniram milhares de pessoas, são pequenos exemplos da mobilização em torno dessa causa, em torno das causas cristãs”, disse Márcio Borba.

Segundo os organizadores, a caminhada reuniu mais de 50 mil pessoas na Avenida Boa Viagem, na manhã de domingo.

Durante o evento, cinco trios elétricos animaram as pessoas com músicas cristãs. Em seu discurso, o arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, agradeceu a presença das paróquias, das pastorais, dos movimentos religiosos e das outras diversas denominações religiosas e disse que a Igreja Católica “rejeita todo e qualquer projeto de lei que proponha a descriminalização do aborto”.

“O aborto é uma violência contra um ser indefeso e nós não podemos nos calar sobre essa violência. Não admitimos o aborto em situação alguma, em qualquer situação que seja proposta, nós a rejeitamos”, disse Dom Fernando.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

DEU NO DE OLHO NA CIDADE

Prezados, transcrevo na íntegra postagem do blog do amigo Ricardo Nunes, De Olho na Cidade.

CEEBEJA e CAMPANHA

Ficamos sabendo que a direção da escola Ceebeja, outro dia expulsou o candidato a deputado estadual do grupo Mendonça.

Pois bem, vocês sabem que não tenho porque está defendendo a direção ou candidatos, até porque não fiz nenhuma postagem sobre o episódio. Agora diante de outra postura da escola não posso ficar calado, ou melhor, sem escrever sobre este acontecimento contraditório.

Não é que o Centro de Referência de Belo Jardim, expulsa um e parece que faz campanha para outros? Nos últimos dias, se utilizando até de alunos da instituição, a escola distribuiu centenas de senhas intituladas CESTA SOLIDÁRIA e, digo centenas, porque pelo menos duas senhas vieram parar em minhas mãos: uma com o número 013 e outra 201.

Acredito que as pessoas que receberam as senhas se confundiram e foram na ação social (que é vizinha ao prédio da escola) com as senhas para receber a cesta... Elas pensavam que era comigo a distribuição e diziam:
”olha aqui a senha Ricardo, eu vim buscar minha cesta básica que os alunos desta escola aqui ao lado me entregaram, para pegar a cesta e votar no governador”

Vejam leitores (as) que coisa lamentável! Não sei dizer onde a escola conseguiu estas cestas básicas, porém se utilizaram até de alunos para fazer o serviço que pelo o que eu ouvi não tinha nada de solidário e sim eleitoral.

Agora eu pergunto com que moral a direção da escola tenta impedir um candidato de visitar os alunos? Se ao mesmo tempo se uiltiliza dos próprios alunos para fazer um trabalho eleitoreiro de acordo com os seus interesses.
Será se foi para isso que a secretaria estadual de educação, tirou a professora Marluce da direção?

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

VOCÊ SABE QUANTO GANHAM DEPUTADOS, SENADORES E O PRESIDENTE?

Do JC Online

Além dos salários, parlamentares têm direito a diferentes tipos de auxílio
Foto: Ilustração Não é à toa que tanta gente disputa cargos eletivos a cada dois anos. Os salários pagos aos membros do legislativo e do executivo são, digamos, 'bastante competitivos'. Se ainda levarmos em conta as verbas para o exercício das atividades, os postos ficam ainda mais tentadores. O JC Online pesquisou quanto a população tira do bolso para financiar os seus políticos. Veja quanto ganham os ocupantes dos cargos em disputa neste ano:

Deputado estadual - O salário de um deputado estadual, por lei, deve equivaler a 75% do salário de um deputado federal. Hoje os estaduais recebem R$ 12.300 mensais. Eles ainda ganham uma verba indenizatória, que cobre gastos mediante comprovação fiscal. O valor é de R$ 11.250. Há também uma verba de gabinete no valor de R$ 52.020, que serve para pagar salários de funcionários. Vale lembrar que 49 deputados estaduais ocupam as cadeiras da Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Deputado federal - Os 513 deputados federais do País ganham, cada um, um salário de R$ 16.512,09. Eles ainda recebem uma verba extra, que varia de acordo com o estado do deputado. Isso porque, entre outras despesas, a verba cobre passagens aéreas de Brasília para os respectivos estados. No caso dos deputados federais de Pernambuco, a verba é de R$ 31.278. Com esse valor, além das passagens aéreas, os deputados devem financiar o combustível, contas de água, luz e telefone do apartamento funcional a que têm direito, a divulgação de sua atividade parlamentar. No caso dos federais, a verba para pagar funcionários é de R$ 60 mil, que podem financiar entre cinco e 25 funcionários, à escolha do parlamentar.

Senador - Para os 81 senadores brasileiros, o salário mensal também é de R$ 16.512,09. A diferença em relação aos deputados federais é que os senadores não ganham uma verba extra única para despesas. Eles recebem vários outros auxílios que, somados, superam a verba destinada aos deputados. Aqueles que não ocupam um apartamento funcional podem optar por um auxílio-moradia no valor de R$ 3.800. Eles ainda têm todas as despesas médicas deles, dos cônjuges e dos dependentes pagas pelo Senado. Ainda há um limite de R$ 25.998,96 anuais para despesas odontológicas e psicoterápicas.

No tocante a passagens aéreas, os senadores têm direito a uma verba mensal que varia de R$ 6 mil a R$ 23 mil, dependendo do estado de origem do parlamentar. No caso dos três senadores de Pernambuco, a verba é de 15.836,20. A cota de combustível equivale a 25 litros de gasolina ou 36 de álcool por dia - ou seja cerca de R$ 56 diariamente. Para telefone, senadores contam com uma verba mensal de R$ 500 para número fixo. As ligações feitas com telefones celulares são ilimitadas. A cota gráfica é de R$ 8.500,00 por senador. Há também cotas para correios, escritórios de apoio... No Senado, não existe verba de gabinete, para pagamento de funcionários. Os senadores têm à disposição nove servidores efetivos e 11 comissionados (esses, à escolha do senador).

Além de tudo isso, há também uma verba indenizatória, no valor de R$ 15 mil, cujos recursos podem ser utilizados no frete de meios de locomoção e no custeio de despesas de instalação e manutenção de escritórios de apoio, exclusivamente no estado do parlamentar. Os gastos devem ser comprovados. E lembrando que o mandato do senador é de oito anos, o dobro do tempo dos cargos de presidente e deputados (federais e estaduais).

Há um porém que aumenta ainda mais as contas bancárias de muitos desses parlamentares: vários deles acumulam os salários com outros benefícios públicos. José Sarney (PMDB), por exemplo, acumula seu salário de senador com duas aposentadorias no Maranhão. Já Michel Temmer (PMDB), candidato a vice-presidente na chapa da presidenciável petista Dilma Rousseff, recebe, além do salário da Câmara, um outro salário como procurador pelo Estado de São Paulo. Alguns desses parlamentares chegam a superar o teto constitucional de R$ 25,7 mil, pago a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Presidente - Atualmente, o salário do presidente da República é de R$ 11.420,21. Isso mesmo! Menor até do que os vencimentos dos deputados estaduais. De acordo com a diretoria de gestão de pessoas da Presidência, não há qualquer verba extra destinada ao mandatário da República. Mas vale lembrar que ele tem tudo à disposição: residencias oficiais, como o Palácio da Alvorada, veículos oficiais...

MAIS UMA DÁ DILMA

Prezados leitores, abaixo segue um e-mail que recebi, minha gente, a cada dia uma novidade, vamos ficar atento.


DEPOIS DIGAM QUE NÃO SABIAM, QUE A DILMA MERECIA UMA CHANCE ETC., ETC. ETC.





A candidata a presidente pelo PT, Dilma Rousseff, foi fotografada em Campo Grande, segunda-feira, utilizando um adorno no ouvido, além dos brincos.
Trata-se - segundo noticiou um blog local, assinado por Valfrido Silva - de um "ponto eletrônico", que permite a quem o utiliza ouvir instruções de outra pessoa, talvez um assessor ou assessora.
Vejam o presidente Lula ao lado da companheira Dilma. É claro que ele sabe que aquele “adorno” no ouvido da candidata é um ponto eletrônico. Sabe e aprova, porque sabe também que ela é incompetente e incapaz de um simples raciocínio lógico.

Os fatos contra a boneca de ventríloquo Dilma se acumulam, mas o eleitorado prefere o abismo.

Pois bem: depois não se façam de vítimas, de que não foram avisados....

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Advogados de Jarbas entram com ação e dizem ter 'provas' de que Eduardo cooptou prefeitos

Por Priscila Muniz
Do JC Online


Advogado da Coligação de Jarbas, Leucio Lemos protocolou representação na tarde desta quarta-feira
A história das acusações de Jarbas Vasconcelos (PMDB) de que Eduardo Campos (PSB) teria cooptado prefeitos para aderirem a sua campanha ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (15). Os advogados da coligação Pernambuco Pode Mais protocolaram uma representação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) pedindo uma investigação judicial. Eles dizem ter provas de que o governador-candidato utilizou a máquina pública para trocar repasses estaduais por apoio político.

Na representação foram citados números de repasses referentes a nove municípios pernambucanos cujos prefeitos, que eram da oposição, mudaram de lado e resolveram apoiar Eduardo. Os dados foram retirados do Diário Oficial e de informes no portal do Governo do Estado. Os municípios são Granito, São Vicente Ferrer, Araçoiaba, Toritama, Timbaúba, Serrita, Lagoa de Itaenga, Barra de Guabiraba e Palmares.

De acordo com a apuração da coligação Pernambuco Pode Mais, a caso mais notório foi o de Timbaúba. O município teria recebido, durante todo o ano de 2009, R$ 287.140,80 em repasses estaduais. Em 2010, apenas de janeiro a julho, o município já teria recebido R$ 1.749.175,52, o que equivale a mais de seis vezes o valor do ano anterior. O prefeito de Timbaúba, Marinaldo (PSDB) anunciou apoio a Eduardo Campos em 13 de maio deste ano.

Em São Vicente Férrer, o aumento no repasse de recursos teria triplicado comparando o ano de 2009 até os primeiros meses de 2010. O prefeito do município, Pedro Augusto, o Pedoca (DEM), também anunciou apoio a Eduardo em 13 de maio.

PORTA A PORTA NAS COHAB´S II E III

Prezados leitores, na tarde de ontem foi realizada uma caminhada nas cohab´s II e III de nossa cidade onde os candidatos a deputado estadual e federal respectivamente João Mendonça e Mendonça Filho foram de porta em porta, olhando no olho de cada morador, apresentando as sua propostas e recebendo um grande carinho das pessoas.
A caminhada foi muito boa, estavam presentes os vereadores da situação, lideranças da nossa cidade, secratários do nosso município e claro o Prefeito Marco Coca-cola e a Primeira Dama Joelma Gomes.
Eu estava lá, e pude presenciar o carinho das pessoas com o grupo e o quanto o povo estava grato ao mesmo pelas as obras ali realizadas, muitas ruas que antes eram na lama hoje estão calçadas.

Mais uma vez todos em torno de um só objetivo.

Mercadante ataca Tiririca, candidato aliado do PT

Do JC Online

Questionado no debate entre os candidatos ao governo de São Paulo na Rede TV! sobre a presença do palhaço Tiririca em sua coligação, o petista Aloizio Mercadante mostrou-se desconfortável e defendeu o voto em “candidatos sérios”.

Francisco Everaldo Oliveira Silva, o Tiririca, é candidato a deputado federal pelo PR, que está entre os coligados com o PT e apoia a presidenciável Dilma Rousseff e Mercadante. O petista disse que chegou a pedir mudança na campanha do palhaço, que utiliza o slogan “pior que está não fica, vote em Tiririca”.

Confira o vídeo do guia de Tiririca



“Não posso escolher os candidatos dos partidos coligados, mas não gostei do que vi na propaganda, isso desmoraliza a democracia”, disse Mercadante. “O que eu digo é que os eleitores devem escolher candidatos sérios.”

O sistema de progressão continuada nas escolas públicas de São Paulo, que garante aprovação automática, provocou divergências entre os candidatos ao governo paulista no debate promovido nesta quarta-feira (15) em parceria com o jornal Folha de S. Paulo.

Fábio Feldmann (PV), primeiro sorteado para responder sobre o tema, disse que pretende manter o sistema. Paulo Skaf (PSB)criticou a progressão e disse que ela já foi extinta nas escolas do Sesi. Geraldo Alckmin (PSDB) disse que pretende manter o sistema, que ele lembrou ter sido criado na gestão de Luiza Erundina, então no PT, com base na teoria do educador Paulo Freire. Mercadante e Celso Russomanno (PP) condenaram a aprovação automática.

Fonte: Agência Estado

Nova pesquisa do Datafolha mostra Dilma com 51% e José Serra com 27%

Do blog de Inaldo Sampaio

1) Ou o presidente Lula está “acima do bem e do mal”, como disse no Recife José Serra, ou o povo brasileiro está pouco se “lixando” para o noticiário sobre quebra do sigilo fiscal da filha do tucano e o suposto tráfico de influência na Casa Civil da Presidência da República envolvendo a ministra Erenice Guerra e seu filho Israel.

2) Na defensiva há quase três semanas em razão de fatos nada positivos para a sua campanha eleitoral, a candidata Dilma Rousseff continua sendo favorita para ganhar esta eleição.

3) Em nova pesquisa de opinião divulgada nesta quinta-feira, o Instituto Datafolha (Folha de São Paulo) mostra a candidata do PT com 51% de intenções de voto, ante 27% de José Serra e 11% de Marina Silva.

4) Em relação à pesquisa anterior, realizada nos dias 8 e 9 deste mês, Dilma subiu 1 ponto percentual (tinha 50%), Serra se manteve onde estava e Marina também

5) Numa simulação de segundo turno, Dilma teria 57% da votação, ante 35% de José Serra.

6) Nada obstante, a candidata do PT sentiu os efeitos do noticiário negativo envolvendo o governo federal em pelo menos duas capitais: Curitiba e Brasília.

7) Em Curitiba, até 15 dias atrás, Serra liderava as intenções de voto, mas foi ultrapassado pela petista na pesquisa da semana passada. Agora, Serra recuperou o 1º lugar: 36% x 28% (Dilma caiu 8 pontos na capital do Paraná em apenas uma semana).

8) Já em Brasília, onde o eleitorado tem um bom nível de renda e é muito escolarizado, a candidata do PT também perdeu 8 pontos no período de uma semana (um ponto por dia). Caiu de 51% para 43%.

9) A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 14 deste mês e sua margem de erro é 2%, para mais ou para menos.

É isso aí.